segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Cúpula da Cachacha

III Cúpula da Cachaça – Safra 2015
Grandes especialistas no destilado nacional brasileiro se reúnem em Analândia-SP, a partir de 23 de janeiro, para debater os principais temas relacionados ao setor
A Cachaça vive um grande momento, conquistando espaços no Brasil e no exterior e tem, até 2016, uma janela de oportunidade para se desenvolver ainda mais. Mas, para isso, precisa vencer desafios e estruturar melhor a sua cadeia produtiva. Para debater como fazer isso, no dia 23 de janeiro terá início a III Cúpula da Cachaça. Por três dias, os integrantes do grupo formado por especialistas de diferentes formações e atividades que compõem a “Cúpula” estarão em volta da mesa da pousada e cachaçaria Chalé Macaúva dissecando os tópicos mais importantes do universo da cachaça, com destaque para o tema “Territórios da Cachaça – faz sentido se falar em terroir?”.
Temas relativos a métodos de produção, marketing, comercialização, exportação e entraves para o desenvolvimento do setor também estarão sobre a mesa, numa troca de experiências que tem o sentido de compartilhar informações e orientar as atividades dos 12 membros da Cúpula e a atuação institucional do grupo, que integra a Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Cachaça do Ministério da Agricultura.
Nesse momento, estamos colhendo junto aos produtores e outros membros da cadeia da cachaça as suas maiores dificuldades e preocupações, que serão levadas à discussão na Cúpula e terão espaço na publicação anual do grupo, a “Cachaça em revista”, que será publicada após o encontro.
Também será discutido no encontro o II Ranking Cúpula da Cachaça, com previsão de lançamento para junho próximo e que, novamente, será composto de três fases – votação popular, seleção dos especialistas e a degustação às cegas, que definirá as 50 Cachaças do Ano, a se realizar na IV Cúpula da Cachaça, em janeiro de 2016.
À noite, os integrantes da Cúpula estarão na Cachaçaria Macaúva, interagindo com o público em geral e com todos os interessados nos temas do universo da cachaça.

Texto retirado da internet

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Cachaça azul

É comum em bares ouvir brincadeiras com versos. Há uma famosa em que o bebedor levanta o copo e diz:
“Eu bebo da branca, bebo da amarela
Só não bebo da azul porque não tem dela”.
Mas tem cachaça azul sim, é a Tiquira, que na língua tupi significa “líquido que goteja, que pinga do alambique”.
A Tiquira é típica do Maranhão e tem alto teor alcoólico e por ser feita de mandioca pode ser considerada a única cachaça típica do Brasil, pois a cana veio da Europa.
Na verdade a Tiquira é incolor, mas é comum adicionar folhas de tanja e aí ela fica meio azulada, meio cor de violeta.
Mas, dizem que depois de se tomar a Tiquira a pessoa não deve tomar banho, pois se fizer isto fica muito bêbado e pode até morrer.
Sua origem é dada nas tribos indígenas locais que utilizavam a bebida em festejos e rituais.
A fabricação começa com a limpeza e retirada da parte tóxica da mandioca brava, que é venenosa. Ela é prensada e colocada sobre uma chapa aquecida em forma  de bolos com 30 cm de diâmetro, conhecidos como "beijus", até ter a parte interna ser cozida.

 Após o resfriamento à temperatura ambiente, os beijus ficam expostos ao ar  por até duas semanas onde ocorre a proliferação espontânea dos esporos dos fungos do ambiente(início da fermentação). É criada sobre os beijus uma flora de micélios, de cor rosada, nesta etapa ocorre a sacarificação. Em seguida ela é posta em um cocho (tronco de árvore com escavado) sobreposto com água. Em 24 h pode-se encontrar uma massa de pouca resistência e xaroposa, deve ser mexida e posta para descanso por mais dois dias concluindo o processo de fermentação alcoólica, onde ocorre a transformação dos açúcares fermentescíveis do caldo em álcool, pela ação das leveduras que se desenvolvem no próprio ambiente da produção. Ela atinge de 38° a 54° GL. Após esta etapa o mosto é destilado em alambiques de barro ou de cobre, 

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Cachaça não envelhece se não respirar

Não adianta deixar uma garrafa de cachaça por anos guardada, achando que ela vai envelhecer. Para que isto aconteça é preciso que ela "respire". Por isso são utilizados tonéis de madeira. A cachaça em garrafas de vidro, de aço ou qualquer coisa que impeça que ela respire, não permitirá o seu envelhecimento.
Para guardá-la é bom que coloque em lugar aonde não receba muita luz e calor para manter suas propriedades.